Editorial do Número 2
DOI:
https://doi.org/10.59057/iberoleon.20075316.20092803Resumo
Este número da Entretextos reflete sobre a cidade como um organismo vivo constituído pela relação entre natureza, arquitetura e sociedade. Compara os elementos urbanos a órgãos vitais: ruas, praças, parques e edifícios públicos desempenham funções semelhantes a sistemas circulatórios, pulmões e espaços simbólicos que sustentam a vida coletiva. Além disso, propõe que a cidade é uma linguagem capaz de expressar cultura, memória e civilidade. Contudo, adverte que a ambição, a frivolidade e a perda da sensibilidade cultural provocam a deterioração urbana e social, conduzindo a uma cidade enferma, degradada e próxima de seu próprio desaparecimento simbólico.
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